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quinta-feira, 23 de abril de 2015

ELA, APRENDENDO A CONVIVER.

A qualquer hora, qualquer minuto a vida da gente pode ser tranformada e aí compete a cda um de nós ir em frente e efrentar, especialmente  se for alguma mudança radical. Então, mesmo que não possamos entender o porquê, sempre é um aprendizado; se nos traz dor, sempre haverá outras compensações, outros caminhos de renovação com maiores chances de felicidade.
É assim que passo o meu dia a dia com ELA, sei que a cada dia que passa é como se eu estivesse voltando no processo de evolução física da vida. Pois no início é assim a criança dá os primeiros passos insegura tropeça e cai o mesmo se deu comigo na fase da ELA há três anos, e agora passei para a cadeira de rodas, não consigo me virar na cama mas faço um esforço e com ajuuda e bom humor de meu bem (assim que eu chamo meu marido) a  gente vai vencendo os obstáculos.  
Assim, DEUS se encarrega de mostrar tudo que precisamos saber e a verdade é bastante forte por si mesma, nãontenho medo, não sou dramática e também não me julgo incapaz mas estamos atentos à minha realidade no dia a dia. 
É assim, porém não sou  idosa a entrou na minha vida há mais ou menos 6 anos, já passsei da fase do andador. rsrsrs Bem por hoje é  só muita força , fé . paz a todos nós. QUE DEUS CONTINUE DERRAMANDO BENÇÃOS.

terça-feira, 21 de abril de 2015

EU & ELA

Conforme disse vou falar um pouco de minha vida com a ELA, não vou deixar mais de postar a cada dia vou postar pelo menos uma frase. Hj um breve relato;
 Há 5 anos senti que meu mundo estava desmoronando um diagnóstico de ELA, começou a tirar minha PAZ INTERIOR. No princípio fiquei arrasada, muito choro, aquela tristeza no coração que muitas vezes escondi de pessoas queridas para que não percebessem o quanto eu estava triste. 
Sofria calada e às vezes não sabia o que fazer porque não sabia o que era a ELA, só senti que era muito grave quando recebi a carta para fazer perícia, era funcionária pública fui aposentada imediatamente.
Com ajuda de meu marido, amigo, companheiro encaramos juntos o novo desafio. Assim comecei minha batalha para adaptar-me à minha nova condição, na época já não conseguia andar sem a ajuda de meu marido. Depois veio o andador e agora a cadeira de rodas.
O que eu fiz? Optei por aproveitar e viver cada segundo como se fosse o último, rio de mim mesma, rio com os amigos.Torno um dia comum em dia de festa. Decidi ser feliz. Porque DEUS me fez para ser feliz. A ELA pode me fazer chorar mas o sorriso dos meus lábios e a alegria de viver ela não me tira.
Não estou revoltada e nem sou mal humorada pois Deus me deu um marido maravilhoso meu porto seguro, que cuida de mim e me ama, irmãos, sobrinhos cunhados que me apóiam. Além de amigos para lá de especiais que seguem a vida comigo, não me abandonaram, e também conheci na época de maior “fraqueza”; uma pessoa especial que sempre me dava uma palavra de ânimo foi o meu “anjo” no início de tudo a minha amiga Márcia Trigueiro.
Com o tempo fui conhecendo outras pessoas que me dão forças para seguir em frente. E assim levo minha vida não me sinto doente, tenho minhas limitações e agradeço a DEUS todos os dias por mais um dia. Ah uma coisa que eu achava que eu não conseguiria chegar aos 50 anos, mas cheguei e mais além cheguei aos 51 não é maravilhoso?
Vejam: meu sorriso antes da ELA e depois da ELA , É que eu tenho uma força e uma vontade enorme de viver e ser feliz. Assim, não me peça pra parar de caminhar porque a estrada parece não ter fim e obstáculos surgem a todo o tempo pra dificultar não insista em dizer que não dou conta porque a força não é minha, vem de Deus!"

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Esperança, fé e amor

Que a esperança nunca me abandone, que a fé seja minha companheira constante e o amor esteja sempre presente em meu cotidiano.

Esta sou eu tranbordo  esperança em meus dias, cadeirante, portadora de uma doença neurodegenerativa, mas a minha FÉ  e o amor que me rodeiam faz com que eu traga sempre este sorriso. 
A partir de hj vou escrever um pouco cada dia,acontecendo alguma coisa ou não acontecendo nada falarei sobre mim. Meus medos em relação à ELA - sclerose lateral amiotrófica.